Roteamento Classless e Classful
Os protocolos que oferecem suporte ao VLSM são classless e incluem:
• BGP
• EIGRP
• OSPF
• RIP version 2
• IS-IS
RIP e IGRP suportam somente uma máscara de subrede por endereço de rede de classe A, B ou C. Eles são chamados por isto de protocolos de roteamento classful por conta de seus updates de roteamento não possuírem um campo para máscara de subrede variável.
Por isso eles devem “assumir” que a máscara de subrede a ser aplicada para os updates de roteamento são baseados nas seguintes regras:
01. Se o update de roteamento referir-se a uma subrede na mesma rede de classe A, B ou C na interface que recebe os updates, o protocolo de roteamento aplica à mascara de subrede configurada o da sua própria interface.
02. Se um update de roteamento referir-se a uma subrede que não é da mesma rede de classe A, B ou C, a máscara padrão é aplicada.
Cálculo com VLSM:
O VLSM permite “subnetar” redes que já foram “subnetadas”. Um exemplo de aplicação prática é dada nesta seção. O endereço de classe B 172.16.0.0 foi quebrado em 14 grandes subredes.
A rede 172.16.32.0/20 pode ser atribuída à região sudoeste de uma grande rede de uma multinacional. Para criar mais subredes dentro desta região, uma VLSM de /26 foi aplicada.
O exemplo dado aqui nos mostra que quanto mais subredes tivermos, menos hosts possíveis também teremos. O total de subredes com uma máscara /26 são 1022 com 62 hosts em cada uma delas.
A fórmula básica para calcular o número de subredes (e de tabela o de hosts também) é 2n-2, aonde “n” é o número de bits em cada caso.
Exemplo de VLSM Implementado:
Com a finalidade de maximizar o espaço de endereçamento na rede o VLSM pode ser utilizado em uma variedade de métodos.
Interfaces seriais ponto-a-ponto somente requerem dois endereços por subrede. Neste exemplo, uma rede /22 é subdividida com outra máscara /30 contém dois hosts a menos por subrede.
Neste caso cria um número perfeito de endereçamentos para os links seriais e provê uma hierarquia para todos os escritórios ao mesmo tempo.
Descoberta de Rota – Link State:
Grandes redes podem obter centenas de milhares de subredes. Por esta razão, não é desejável mantê-las em uma tabela de roteamento. A sumarização de rotas, como descrito no RFC 1518 permite o resumo de múltiplas pequenas subredes dentro de uma única grande rota.
Como mostrado no exemplo, todas as subredes da rede 152.16.0.0 estão concentradas (resumidas, sumarizadas, do jeito que você quiser dizer) no roteador B. Este processo cria uma entrada na tabela de roteamento simplificada ao invés de uma entrada na tabela de roteamento para cada subrede.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
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